
Há uma conta que precisa ser apresentada ao contribuinte brasileiro — e ela começa com R$ 123,6 milhões. Esse foi o valor que as escolas de samba do Rio de Janeiro receberam em repasses públicos no Carnaval de 2026. Não estamos falando de doações espontâneas de admiradores da folia. Estamos falando de dinheiro tirado compulsoriamente do bolso de quem trabalha, de quem paga imposto, de quem acorda às 5h da manhã para sustentar a família — e que, ao final do mês, tem seu salário retido na fonte para bancar o que o governo chama de “fomento cultural”. Esse mesmo governo que distribui R$ 123,6 milhões para desfiles de 79 minutos na Sapucaí é o mesmo que deixa 7,6 milhões de brasileiros esperando cirurgias no SUS, que tem 3 milhões de crianças fora da escola, e que assiste passivamente enquanto 23,6 milhões de pessoas vivem sem coleta de esgoto. A pergunta que o cientista político tem o dever de fazer — e que o cidadão de bem deveria estar gritando nas ruas — é: quem decidiu que fantasias são mais importantes que vidas?
A resposta é clara: o Estado brasileiro, capturado por uma elite política que trata dinheiro público como caixa eleitoral e que transformou o Carnaval em palanque institucionalizado para propaganda partidária financiada pelo contribuinte. E o pior de tudo: eles fazem isso às claras, sem pudor, porque sabem que o sistema está quebrado e que ninguém será punido.
A Anatomia do Assalto: De Onde Vieram os R$ 123,6 Milhões?
O dinheiro não caiu do céu. Ele foi distribuído por três esferas de governo — todas controladas por aliados diretos do presidente Lula. E a conta foi assim:
Governo Federal (Embratur): R$ 12 milhões destinados exclusivamente ao Grupo Especial das escolas de samba. R$ 1 milhão para cada uma das 12 agremiações. Quem comanda a Embratur? Marcelo Freixo (PT), aliado histórico de Lula e do PSOL, nomeado pelo presidente. A Embratur é uma agência de turismo — mas funciona, na prática, como financiadora de eventos políticos.
Governo do Estado do Rio (Cláudio Castro — aliado de Lula em 2026): R$ 60 milhões no total. Desse montante, R$ 40 milhões foram direcionados ao Grupo Especial e à operação da Sapucaí; R$ 16 milhões para a Série Ouro; R$ 4 milhões para as Séries Prata e Bronze. O governo Castro, que em 2026 precisa de Lula para se viabilizar politicamente, não teve qualquer pudor em triplicar os repasses em relação a anos anteriores.
Prefeitura do Rio de Janeiro (Eduardo Paes — PT/PSD): R$ 51,6 milhões. A Riotur, órgão municipal, distribuiu R$ 25,8 milhões ao Grupo Especial (R$ 2,15 milhões para cada escola); R$ 14,8 milhões para a Série Ouro; R$ 11 milhões para as Séries Prata e Bronze. Eduardo Paes é aliado estratégico de Lula desde 2022 e está sendo preparado como candidato governista para 2030.
Total: R$ 123,6 milhões. Dinheiro do povo. Controlado por aliados de Lula. Distribuído para eventos que incluíram a glorificação pessoal do presidente em rede nacional. Isso não é política pública. É assalto institucionalizado.
O Que R$ 123,6 Milhões Poderiam Fazer pela Vida Real
A Gazeta do Povo fez o trabalho que a grande imprensa deveria ter feito: calculou o que os R$ 700 milhões gastos em Carnaval em todo o Brasil (incluindo estados, municípios e União) poderiam representar em termos de infraestrutura permanente. Vamos focar apenas nos R$ 123,6 milhões do Rio de Janeiro para que o leitor entenda a dimensão moral do que está sendo feito.
Saúde:
- Com R$ 123,6 milhões, seria possível construir e equipar 35 Unidades Básicas de Saúde (UBS) completas. Cada UBS atende, em média, entre 5.000 e 7.000 pessoas. Isso significa até 245 mil brasileiros com acesso a atendimento básico de saúde, consultas, vacinas, pré-natal, acompanhamento de doenças crônicas.
- Ou, se o foco for urgência e emergência, os R$ 123,6 milhões poderiam construir pelo menos 10 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de porte II, cada uma com capacidade para 300 atendimentos diários. São 3.000 atendimentos de urgência por dia, 90 mil por mês, 1,08 milhão de atendimentos por ano.
O Rio de Janeiro tem filas de espera de até 18 meses para cirurgias eletivas. Tem UTIs lotadas. Tem pacientes morrendo nos corredores de hospitais públicos. E o governo do estado, junto com a prefeitura e o governo federal, escolheu gastar R$ 123,6 milhões em desfiles.
Educação:
- Com R$ 123,6 milhões, seria possível construir até 25 escolas públicas de Ensino Fundamental completas, com capacidade para 500 alunos cada. São 12.500 crianças estudando em prédios novos, com quadras, laboratórios, bibliotecas. Crianças que hoje estudam em salas improvisadas, com telhado furado, sem ar-condicionado no verão de 40 graus do Rio.
- Ou, se o foco for primeira infância, os R$ 123,6 milhões construiriam 40 creches públicas para atender 4.800 crianças de 0 a 3 anos. Isso tiraria 4.800 famílias da fila — e permitiria que 4.800 mães voltassem a trabalhar.
O Rio de Janeiro tem mais de 30 mil crianças fora da escola por falta de vagas. E o governo escolheu gastar R$ 123,6 milhões em samba-enredo.
Saneamento Básico:
- Com R$ 123,6 milhões, seria possível levar rede de esgoto para pelo menos 35 mil domicílios em comunidades carentes. São 35 mil famílias — aproximadamente 140 mil pessoas — que deixariam de conviver com esgoto a céu aberto, doenças, mortalidade infantil por diarreia.
- Ou investir em 20 km de rede de água tratada em áreas periféricas do Rio que ainda dependem de poços artesianos contaminados.
O Rio de Janeiro tem 23,6% da população sem acesso a esgoto — 1,5 milhão de pessoas. E o governo escolheu gastar R$ 123,6 milhões em fantasias e carros alegóricos.
Alguém precisa fazer a pergunta: quem decidiu que 79 minutos de glorificação a Lula valem mais do que 245 mil brasileiros com acesso a saúde? Porque essa foi a escolha real. Foi uma escolha ativa. E foi uma escolha política.
O Caso Acadêmicos de Niterói: R$ 9,65 Milhões para a Escola que Homenageou Lula
Dos R$ 123,6 milhões distribuídos no Rio, a Acadêmicos de Niterói — a escola que levou 79 minutos de propaganda pró-Lula à Sapucaí — recebeu valores de múltiplas fontes:
- R$ 1 milhão da Embratur (governo federal de Lula, comandada por Marcelo Freixo)
- R$ 4,4 milhões da Prefeitura de Niterói (Rodrigo Neves, PDT, aliado de Lula)
- R$ 2,15 milhões da Prefeitura do Rio (Eduardo Paes, aliado de Lula)
- R$ 2,5 milhões do Governo do Estado (Cláudio Castro, aliado de Lula em 2026)
Total conservador: R$ 10,05 milhões. Tudo de dinheiro público. Tudo para uma escola fundada há apenas 4 anos, estreante no Grupo Especial, sem histórico relevante de público ou retorno turístico — mas com um enredo que transformou o presidente da República em santo, mártir e messias, com 72 repetições do slogan de campanha do PT.
O cientista político não pode ser ingênuo. Essa distribuição de recursos não foi acidente. Foi compra de palanque com dinheiro do contribuinte. E o que torna o caso ainda mais grave é que 10 iniciativas judiciais tentaram impedir o desfile ou questionar os repasses antes que acontecesse. O Partido Novo acionou o TSE. Damares Alves e Kim Kataguiri entraram na Justiça Federal. O TCU chegou perto de suspender os repasses — mas o ministro relator Aroldo Cedraz rejeitou a medida cautelar. E assim, o espetáculo aconteceu. Lula desceu à pista. E o dinheiro do povo bancou tudo.
2025 vs 2026: O Salto Estratégico no Ano Eleitoral
Os números revelam a intencionalidade política. Em 2025, os repasses do Estado e da Prefeitura do Rio às escolas de samba somaram R$ 107,66 milhões. Em 2026 — ano eleitoral, com Lula já declarado candidato à reeleição — o valor saltou para R$ 123,6 milhões. Um crescimento de R$ 15,94 milhões (14,8%) em um único ano.
Por quê? O que mudou entre 2025 e 2026 que justifica esse aumento? O Carnaval cresceu? Não. O número de escolas aumentou? Não. O retorno turístico foi comprovadamente maior? Não há estudo técnico que fundamente o aumento. O que mudou foi que 2026 é ano eleitoral. E o PT sabe — porque aprendeu ao longo de décadas — que investir em Carnaval em ano eleitoral é investir em capital político. É comprar goodwill em comunidades, é financiar aliados estratégicos, é garantir cobertura midiática favorável, é distribuir empregos temporários que geram gratidão eleitoral.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado de usar a máquina pública para fins eleitorais por distribuir benefícios sociais em ano de eleição. Lula faz exatamente a mesma coisa — mas com o Carnaval. E a diferença é que, enquanto benefícios sociais ao menos vão para quem precisa, os R$ 123,6 milhões do Carnaval vão para escolas de samba controladas por dirigentes ligados ao jogo do bicho, artistas que já ganham fortunas em cachês privados, e produtoras que faturam milhões.
O Argumento do “Retorno Econômico” — e Por Que Ele É uma Farsa
Defensores do gasto público com Carnaval argumentam que o investimento se paga. Citam estudos que mostram que cada R$ 1 investido retorna R$ 15 a R$ 20 em movimentação econômica. Citam a economista Mariana Mazzucato, que veio ao Brasil em fevereiro de 2026 e declarou que “o investimento público em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da indústria manufatureira tradicional”. Citam o Ministério do Turismo, que estima 65 milhões de foliões e R$ 18,6 bilhões movimentados em 2026.
Tudo isso é verdade. Mas é verdade irrelevante para o debate sobre prioridades orçamentárias. Porque o problema não é se o Carnaval gera retorno econômico. O problema é quem arca com o custo inicial e quem se beneficia do retorno.
Quando o governo gasta R$ 123,6 milhões em Carnaval, quem paga essa conta é o contribuinte — inclusive aquele que não vai ao Carnaval, que não gosta de samba, que trabalha no feriado para sustentar a família. E quem se beneficia do retorno econômico são hotéis, bares, restaurantes, companhias aéreas, e toda a cadeia do turismo — setores privados que lucram sem ter investido nada. O Estado socializa o custo e privatiza o lucro. Isso não é política pública eficiente. É transferência de renda do pobre para o rico.
Se o argumento é que o Carnaval gera R$ 18,6 bilhões de movimentação econômica, então o setor privado — que lucra com isso — deveria financiar o evento. Patrocínios existem. Cervejarias gastam centenas de milhões em marketing durante o Carnaval. Por que o Estado precisa colocar R$ 123,6 milhões adicionais?
A resposta é óbvia: porque o objetivo não é promover turismo. O objetivo é controlar o evento politicamente, garantir que o conteúdo seja favorável ao governo, e usar a folia como palanque eleitoral disfarçado de cultura.
A Falácia da “Geração de Emprego”: Empregos Temporários vs Investimento Estrutural
Outro argumento recorrente é que o Carnaval “gera empregos”. De fato, gera. Segundo estimativas do Ministério do Turismo, o Carnaval de 2026 criou cerca de 40 mil empregos temporários no Brasil. No Rio de Janeiro, esse número deve girar em torno de 8 mil a 10 mil postos de trabalho temporário — costureiras, maquiadores, montadores de estrutura, seguranças.
Mas aqui está o que os defensores do gasto escondem: empregos temporários não são política de desenvolvimento. São paliativos. Duram 30 dias e desaparecem. E o custo por emprego gerado é absurdamente alto.
Vamos fazer a conta: R$ 123,6 milhões divididos por 10 mil empregos temporários = R$ 12.360 por emprego. E esses empregos duram, no máximo, um mês. Ou seja, o Estado está gastando R$ 12.360 para gerar um salário de um mês. Se considerarmos um salário médio de R$ 2.500, o governo está gastando quase 5 vezes mais do que o trabalhador vai receber.
Agora compare com o que os mesmos R$ 123,6 milhões gerariam se investidos em infraestrutura permanente. A construção de 35 UBSs geraria pelo menos 1.500 empregos diretos permanentes (médicos, enfermeiros, auxiliares, administrativos) e 3.000 empregos indiretos permanentes (manutenção, limpeza, fornecedores). São 4.500 empregos que duram décadas, não um mês. E o retorno social é infinitamente maior: 245 mil pessoas atendidas anualmente, milhares de vidas salvas, redução de mortalidade infantil, controle de doenças crônicas.
Qual é a escolha racional? Gastar R$ 123,6 milhões para gerar 10 mil empregos de um mês — ou gastar os mesmos R$ 123,6 milhões para gerar 4.500 empregos permanentes e salvar milhares de vidas?
A resposta é óbvia para qualquer gestor sério. Mas o governo Lula não é um gestor sério. É uma máquina eleitoral que usa dinheiro público para comprar votos.
O Silêncio Cúmplice da Grande Imprensa e a Normalização do Absurdo
Há um fenômeno sociológico importante acontecendo no Brasil: a normalização do absurdo. Quando um governo gasta R$ 123,6 milhões em Carnaval enquanto 7,6 milhões de pessoas esperam cirurgia no SUS, a reação natural deveria ser indignação coletiva. Mas o que acontece é que a grande imprensa trata o fato como “notícia de economia” ou “notícia de entretenimento”, sem aprofundar a dimensão política e moral do escândalo.
O Poder360, a Folha de S.Paulo, o Estadão — todos noticiaram os R$ 123,6 milhões. Mas nenhum deles fez a pergunta central: por que o governo está priorizando fantasias ao invés de hospitais? Nenhum deles entrevistou mães que estão há 18 meses esperando cirurgia para o filho. Nenhum deles mostrou crianças estudando em escolas sem telhado enquanto R$ 123,6 milhões eram gastos com samba-enredo.
Isso não é jornalismo. É jornalismo chapa-branca, que trata o governo com deferência e que evita fazer perguntas incômodas porque tem medo de perder acesso aos palácios.
E o resultado é que o cidadão médio, bombardeado por informação fragmentada, acaba aceitando que é “normal” gastar R$ 123,6 milhões com Carnaval. Acaba acreditando que “sempre foi assim”. Acaba achando que “não tem o que fazer”. E assim, o sistema se perpetua.
O papel do cientista político sério — e este é o papel que assumo neste artigo — é desnormalizar o absurdo. É mostrar que não, isso não é normal. Não é aceitável. E não precisa ser assim. Outros países não gastam centenas de milhões de dinheiro público em festas enquanto seus cidadãos morrem por falta de atendimento médico. Isso é uma patologia brasileira. E tem nome: irresponsabilidade fiscal travestida de política cultural.
As Consequências Estruturais: O Que Acontece Quando o Estado Abdica de Priorizar
Quando um governo decide gastar R$ 123,6 milhões em Carnaval ao invés de investir em saúde, educação e saneamento, as consequências não são abstratas. São concretas, mensuráveis, e letais.
1. Aumento da mortalidade infantil: Crianças que poderiam ser salvas por atendimento básico de saúde morrem porque o posto de saúde não existe — mas o dinheiro que o construiria foi gasto com carros alegóricos.
2. Perpetuação da pobreza intergeracional: Crianças que não têm acesso a creche porque não há vagas crescem sem estímulo adequado, entram na escola atrasadas, não conseguem acompanhar o currículo, abandonam os estudos, e reproduzem o ciclo de pobreza de seus pais.
3. Proliferação de doenças: Famílias que vivem sem esgoto tratado convivem com leptospirose, esquistossomose, hepatite A, diarreia crônica. Crianças perdem peso, ficam desnutridas, desenvolvem sequelas neurológicas permanentes.
4. Colapso da credibilidade do Estado: Quando o cidadão percebe que o governo prioriza festa ao invés de serviços essenciais, ele perde a fé nas instituições. E quando perde a fé, para de pagar imposto (quando pode), para de confiar em políticos, e busca soluções privadas — o que aprofunda a desigualdade.
Essas consequências são responsabilidade direta de quem decide alocar R$ 123,6 milhões em Carnaval. Não é uma questão de opinião. É uma questão de escolha orçamentária. E toda escolha orçamentária é uma escolha moral.
O Que Precisa Ser Feito — e Por Que Provavelmente Não Será
A solução é simples, mas politicamente inviável no atual contexto brasileiro:
1. Extinção dos repasses públicos diretos para eventos carnavalescos. Se o Carnaval gera R$ 18,6 bilhões de movimentação econômica, então o setor privado que lucra com isso deve financiá-lo. O Estado pode e deve investir em infraestrutura urbana permanente (iluminação, saneamento, segurança) — mas não em desfiles.
2. Auditoria completa de todos os repasses feitos em 2026. Investigar quem recebeu, quanto recebeu, como o dinheiro foi usado, e se houve superfaturamento ou desvio.
3. Responsabilização de gestores públicos que priorizaram gasto com festa em detrimento de serviços essenciais, especialmente quando há filas de espera no SUS e crianças fora da escola.
4. Punição eleitoral. O único instrumento que resta ao cidadão é o voto. E em 2026, os eleitores precisarão decidir se querem continuar sendo governados por quem gasta R$ 123,6 milhões em fantasias enquanto eles morrem nas filas do SUS.
Mas nada disso deve acontecer. Porque o sistema está capturado. O Congresso está cooptado. O Judiciário está omisso. E a grande imprensa está silenciosa. O que resta é a voz do cidadão. E essa voz precisa ser ouvida em outubro de 2026.
Fontes e Links de Referência
- Revista Oeste – Escolas de samba do Rio receberam R$ 123,6 milhões em repasses públicos
- Diário do Rio de Janeiro – Escolas de samba do Rio recebem ao menos R$ 123,6 milhões de verba pública no Carnaval 2026
- Poder360 – Escolas de samba do RJ recebem ao menos R$ 123,6 mi de dinheiro estatal
- Baixada na Web – Rio: Escolas de samba recebem ao menos R$ 123,6 milhões para o carnaval
- Gazeta do Povo – Carnaval 2026 terá pelo menos R$ 700 milhões em dinheiro público. Vale a pena?
- Times Brasil – Carnaval 2026 recebe R$ 85 milhões e entra no debate político
- InfoMoney – Carnaval recebe ao menos R$ 85 milhões em emendas e patrocínios federais
- Diário do Sertão – O Custo do Carnaval: O que Cajazeiras poderia com R$ 11 milhões?
- Agência Brasil – Retorno de investimento em carnaval é maior que em áreas da indústria
- Revista Oeste – Governo repassa R$ 12 mi para escolas do Grupo Especial no Carnaval do Rio
- Gazeta Culturismo – Escolas de Samba do RJ recebem R$ 12 milhões do Governo Federal para o Carnaval de 2026
- Tempo Real RJ – Carnaval 2026: Prefeitura do Rio paga a subvenção das escolas de samba