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Megaoperação no Alemão e Penha Desmascara a Falácia da Segurança Pública no Rio de Janeiro

O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO RIO DE JANEIRO?

A manhã desta terça-feira, 28 de outubro de 2025, entrou para a história do Rio de Janeiro não apenas como um dia de violência, mas como um marco na luta pela ordem e contra o domínio do crime organizado [1]. Uma megaoperação policial de proporções inéditas foi deflagrada nos Complexos do Alemão e da Penha, o coração do poder da facção Comando Vermelho (CV), com um objetivo claro: retomar o território e desmantelar a estrutura de uma organização que há décadas sequestra a paz de milhões de cariocas.

A Inversão Moral de Lula: Onde o Bandido é Vítima e o Cidadão é Abandonado

A Doutrina da Vitimização do Criminoso e a Tragédia da Segurança Pública

O Brasil assiste, estarrecido, a mais um capítulo da inversão de valores promovida pela esquerda e seu líder máximo, Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto a nação clama por segurança e justiça, o Palácio do Planalto se transforma em um palco onde o criminoso é elevado à condição de vítima social, e o cidadão de bem, que paga seus impostos e exige o básico, é abandonado à própria sorte. A mais recente e chocante declaração de Lula, somada à sua política de segurança pública, não deixa dúvidas: o projeto da esquerda é o de desarmar a sociedade e blindar o bandido.

A Apologia ao Crime: “Traficantes são Vítimas dos Usuários”

A fala do presidente Lula, proferida em outubro de 2025 durante coletiva de imprensa na Indonésia, não foi um deslize, mas sim a materialização da ideologia petista que há décadas tenta se infiltrar nas instituições brasileiras [1].
 
“Toda vez que a gente fala de combater as drogas, possivelmente, fosse mais fácil a gente combater os nossos viciados internamente, os usuários. Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também.” [1]
A frase, que soa como um aceno direto ao crime organizado, inverte a lógica moral e jurídica: o traficante, agente ativo na destruição de famílias e na promoção da violência, é transformado em um “coitado” [2]. Para a oposição e a sociedade que trabalha, a mensagem é clara: o bandido é vítima, e a culpa recai sobre a sociedade, sobre a pobreza, ou, no caso, sobre o próprio usuário que alimenta o sistema.
Esta não é uma postura isolada. Ela se alinha perfeitamente com a visão de que a solução para a criminalidade passa por medidas que, na prática, favorecem a impunidade e o desencarceramento, como o recém-lançado Plano Pena Justa [3]. Sob o pretexto de garantir a “dignidade da pessoa presa” e combater a superpopulação carcerária, o governo Lula foca em políticas que, segundo críticos, estimulam o “desencarceramento” e o retorno de criminosos às ruas, ignorando a vítima e a sensação de insegurança generalizada [4].
O PT e a esquerda, em seu histórico, sempre flertaram com a ideia de desmilitarização das polícias, uma proposta que, se implementada, retiraria o poder de fogo das forças de segurança em favor de uma visão “humanista” que, na prática, apenas fortalece as facções criminosas [5]. Para eles, a polícia é o problema, não a solução.
A enxurrada de vídeos e comentários nas redes sociais (disponíveis em plataformas como o Instagram) é o termômetro da indignação nacional: a sociedade não tolera mais a inversão moral patrocinada pela esquerda. O presidente Lula, ao declarar que traficantes são “vítimas dos usuários”, não apenas passa um “pano” ideológico para o crime organizado, mas também revela o cerne de sua política de segurança: a complacência com o bandido. Essa postura de vitimização do criminoso se materializa em ações concretas e trágicas, como a negativa de auxílio ao Rio de Janeiro. A mensagem é clara: a prioridade de Lula não é proteger o cidadão, mas sim manter uma narrativa que, na prática, fortalece o crime e abandona a segurança pública à própria sorte. O presidente faz a caveira do Brasil.

O Abandono do Rio de Janeiro: A Tragédia da Negativa Federal

A ideologia de “vitimização do bandido” de Lula tem consequências diretas e trágicas na vida dos brasileiros. O caso do Rio de Janeiro, um estado em guerra aberta contra o Comando Vermelho (CV), é a prova cabal do descaso federal.
Em meio a uma megaoperação policial contra o CV, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) revelou o que muitos já suspeitavam: o governo Lula negou três pedidos de auxílio feitos pelo estado às Forças Armadas [6]. O principal ponto de atrito foi a recusa em ceder equipamentos essenciais, como blindados, sob a alegação burocrática de que seria necessária uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que o próprio presidente rechaça. Essa recusa, repetida por três vezes, obrigou o estado a realizar a megaoperação “sozinho” [6] e demonstra uma falta de vontade política em combater o crime organizado. Enquanto o governador do Rio de Janeiro clama por apoio para enfrentar o Comando Vermelho, o governo federal se esconde atrás de tecnicalidades, deixando o povo fluminense “sozinho nessa guerra” [6].
A mensagem que Lula envia ao Rio de Janeiro e a todo o Brasil é perigosa: o crime tem a complacência do governo federal. A prioridade não é a segurança do cidadão, mas sim a manutenção de uma narrativa ideológica que transforma o bandido em herói e o Estado em omisso.

O Preço da Inversão

A “politicagem” que denunciamos em nosso site se manifesta de forma brutal na segurança pública. Lula, ao defender o traficante como vítima e, ao mesmo tempo, negar o apoio necessário a um estado sitiado pelo crime, faz a inversão completa da moralidade.
A sociedade precisa acordar para o fato de que a “cavidade” que Lula faz é a do cidadão, que é enterrado pela violência e pela impunidade. O Brasil não pode se dar ao luxo de ter um presidente que, em vez de combater o crime, o justifica e o protege.
 
VEJA OS ABSURDOS DAS FALAS DO LULA E A GUERRA DO RIO:

https://www.instagram.com/reel/DQXeunnDpZd/?igsh=Y3A4dDl4cDA0dGE2

https://www.instagram.com/reel/DQWsZgngPoM/?igsh=cmdjdmIxeGFuM2p0
 
https://www.instagram.com/reel/DQW42ftCZNg/?igsh=bXRrN3FuYnJra3Rh
 
https://www.instagram.com/reel/DQXLDWfkaQ4/?igsh=d3A1M2NlcjJ0Y3U3
 
https://www.instagram.com/reel/DQXPG8ij_vE/?igsh=azZ0Ym96YjI2OHhn
 
https://www.instagram.com/reel/DQXeZQwDnwA/?igsh=MTlzd2t4em9nNXho 


A Tese da Guerra Necessária

A narrativa que tenta vitimizar o criminoso e demonizar a polícia é uma falácia que precisa ser desconstruída. A realidade é que o Rio de Janeiro vive sob o jugo de um estado paralelo, onde o poder emana do fuzil e o “toque de recolher” é a lei [3]. A Operação Contenção, que mobilizou 2.500 policiais civis e militares, com o apoio de helicópteros e blindados, não foi um ato de agressão, mas sim uma resposta necessária e proporcional à expansão territorial e à afronta constante do Comando Vermelho às instituições [4].

A tese central deste artigo é inegável: Não há paz sem ordem, e a ordem só é estabelecida quando o Estado exerce seu monopólio legítimo da força para confrontar e aniquilar o poder paralelo do narcotráfico. A ação no Alemão e na Penha, a mais letal da história do estado, é um triste, mas inevitável, reflexo da profundidade da chaga que o crime organizado impôs à sociedade. O custo em vidas, incluindo a de quatro bravos policiais, é a prova cabal de que o Rio de Janeiro está em guerra [7], e a única maneira de vencer é com a firmeza e a coragem demonstradas nesta operação.

Narração dos Fatos: O Dia em que o Estado Bateu de Frente

A Operação Contenção, que visava cumprir cerca de 250 mandados de prisão e busca contra lideranças do CV [5], transformou os complexos em um verdadeiro campo de batalha. O planejamento da ação mirava a cúpula da facção e a apreensão de um arsenal que financia e mantém a guerra urbana [6].

Os números iniciais da operação são chocantes e revelam a intensidade do confronto:

Mortos
Quantidade: 64
Detalhes: 60 criminosos e 4 policiais (2 civis e 2 militares)

Presos
Quantidade: 81
Detalhes: Suspeitos de envolvimento com o Comando Vermelho

Fuzis Apreendidos
Quantidade: 75
Detalhes: Armamento de alto poder de fogo, evidenciando a estrutura de guerra do CV

Policiais Mobilizados
Quantidade: 2.500

A morte de quatro agentes de segurança pública é um preço altíssimo e uma prova cabal da resistência feroz e do poder de fogo dos criminosos. Eles não estavam dispostos a se render, mas sim a travar uma guerra contra o Estado [8].

Em retaliação imediata à operação, o Comando Vermelho decretou um toque de recolher em diversas comunidades, forçando o fechamento de comércios e escolas, e bloqueando vias importantes da cidade, como a Avenida Brasil e a Linha Vermelha [3]. Este ato de terrorismo urbano é a assinatura do Comando Vermelho e a demonstração mais clara de quem realmente detém o poder de impor o caos na capital fluminense.

Desmascarando a Narrativa da Esquerda

A resposta da mídia e de setores da esquerda à megaoperação foi imediata e previsível: a condenação da letalidade policial e a tentativa de desviar o foco do verdadeiro problema—o narcoterrorismo do CV.

A Falácia da “Chacina” e o Terror Imposto pelo CV

É um erro crasso e ideológico classificar uma operação de confronto direto contra uma facção criminosa fortemente armada como uma “chacina”. A polícia não entrou para executar inocentes, mas para desmantelar uma organização que mata, rouba, extorque e escraviza comunidades inteiras. A narrativa de “chacina” ignora o histórico de violência e o terror imposto pelo Comando Vermelho aos próprios moradores das comunidades. Por anos, estes cidadãos de bem foram reféns de um poder paralelo que impõe suas regras, pune com violência brutal e impede o acesso a serviços básicos.

Mito vs. Fato:

•Mito: A ação policial é desproporcional e visa a execução.

•Fato: A ação é uma resposta à guerra declarada pelo Comando Vermelho, que reagiu com fuzis e granadas, resultando na morte de quatro policiais. A apreensão de 75 fuzis [7] prova que o confronto foi contra um exército paralelo, e não contra “jovens” desarmados. A letalidade é o resultado direto da decisão dos criminosos de resistir à prisão com armamento de guerra. A prioridade da análise deve ser a defesa da vida dos cidadãos de bem e dos policiais, e não a proteção de quem escolheu viver à margem da lei e impor o terror.

A insistência em focar apenas no número de mortos do lado criminoso, sem contextualizar a agressão inicial e o armamento pesado do CV, é uma clara manobra para deslegitimar a ação do Estado. O Delegado Palumbo, deputado federal, comentou a ação, reforçando a visão de que a operação não pode ser considerada um fracasso, mas sim uma necessidade para a contenção do avanço do CV [10]. A sociedade precisa apoiar as Forças de Segurança que, com sacrifício, enfrentam o que há de pior na criminalidade organizada.

O “Toque de Recolher” como Terrorismo e a Omissão Histórica

O ato de forçar o fechamento do comércio e bloquear vias é a mais pura forma de terrorismo urbano [3]. O CV não está apenas traficando; está exercendo um poder político coercitivo sobre a população. O que a esquerda chama de “operação violenta”, o cidadão comum chama de esperança de que o Estado finalmente retome o controle sobre seu próprio território.

A imprensa internacional, muitas vezes influenciada por narrativas distorcidas, repercutiu a ação com manchetes como “Rio em guerra” [9]. No entanto, a guerra não começou ontem. Ela é travada diariamente pelos moradores das comunidades, reféns do Comando Vermelho. A operação é, na verdade, um esforço para terminar essa guerra e restaurar a soberania do Estado.

A omissão histórica do poder público, muitas vezes por conveniência política ou inação ideológica, permitiu que o Comando Vermelho crescesse e se consolidasse como a maior facção do estado [5]. A responsabilidade política e jurídica do Estado em garantir a segurança não pode ser relativizada. Esta megaoperação é uma tentativa de corrigir anos de leniência e de políticas públicas frouxas que permitiram que o crime organizado florescesse.

A Conexão do CV com Outros Estados e o Financiamento

O Comando Vermelho não é um problema local do Rio de Janeiro. Sua atuação se estende por diversos estados brasileiros, tornando-se uma ameaça à segurança nacional. A Operação Contenção é vital para descapitalizar a facção, que utiliza os complexos do Alemão e da Penha como seu quartel-general [8] e centro de distribuição de drogas e armas para o resto do país.

A mira da polícia não estava apenas nos soldados do tráfico, mas nas lideranças criminosas que controlam o fluxo de dinheiro e armamento. A apreensão de 75 fuzis [7] é um golpe significativo, pois cada fuzil representa o poder de fogo e a capacidade de intimidação do CV. O combate ao narcoterrorismo passa, obrigatoriamente, pela destruição de sua base financeira e logística.

Curiosidade: O Arsenal de Guerra do CVA quantidade de fuzis apreendidos (75) é um número alarmante que demonstra o nível de investimento do Comando Vermelho em armamento de guerra. Este arsenal é frequentemente superior ao de muitas unidades policiais no país, sublinhando a necessidade de operações de grande porte e de um aparato de segurança robusto para enfrentar o crime organizado. A origem e o financiamento destas armas devem ser o foco de uma investigação aprofundada, pois revelam a rede de corrupção e o poder econômico da facção.

Vídeos e Imagens: A Realidade do Confronto

Abaixo, compilamos alguns vídeos que mostram a intensidade da operação e a reação do Comando Vermelho, desmentindo qualquer tentativa de suavizar a gravidade da situação.

Vídeo 1: Imagens da Operação e o Caos no Rio

•URL: https://www.youtube.com/watch?v=_Z-BjItzKrE

•Descrição: Imagens que mostram a mobilização policial e o clima de tensão na cidade.

Vídeo 2: Análise da Ação Policial

•URL: https://www.youtube.com/watch?v=YjqQAbMnaOE

•Descrição: Comentário sobre a operação, reforçando a legitimidade da ação contra o Comando Vermelho.

Vídeo 3: O Pânico e a Retaliação do CV

•URL: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/video-megaoperacao-causa-caos-no-transporte-publico-do-rj/

•Descrição: Vídeo que ilustra o caos no transporte público e a retaliação do CV com o toque de recolher.

Conclusão: O Preço da Liberdade e o Fim da Condescendência

A megaoperação no Alemão e Penha é um divisor de águas. Ela expõe a hipocrisia daqueles que, de seus gabinetes e redações, condenam a força policial sem jamais terem enfrentado a realidade brutal do narcotráfico. A morte dos quatro policiais é um lembrete doloroso de que a liberdade e a ordem têm um preço, e este preço foi pago com o sangue de heróis [7].

O Estado tem o dever inalienável de proteger seus cidadãos. A única maneira de desarmar a narrativa vitimista é com a verdade dos fatos: a polícia agiu para desmantelar uma organização criminosa que se armou para a guerra. A sociedade de bem deve se unir em apoio às Forças de Segurança e exigir que a lei seja aplicada com rigor, sem espaço para a condescendência ideológica que há tanto tempo paralisa a segurança pública no Rio de Janeiro. A batalha pela ordem está longe de terminar, mas esta operação é um passo firme na direção certa, um basta à “ideologia de bandido bom é bandido solto”. O Rio de Janeiro exige e merece a paz que só a ordem pode trazer.

Referências

[1] Lula diz que traficantes ‘são vítimas dos usuários de drogas’ e que seria ‘mais fácil’ combater viciados. G1 – Política. (24/10/2025). https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/10/24/lula-diz-que-traficantes-sao-vitimas-dos-usuarios-de-drogas-e-que-seria-mais-facil-combater-viciados.ghtml

[2] PL faz vídeo pós-frase de Lula sobre traficante ser vítima. Folha de S.Paulo. (27/10/2025). https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2025/10/pl-divulga-video-para-responder-a-frase-de-lula-sobre-traficante-ser-vitima-de-usuario.shtml

[3] Governo lança Plano Pena Justa para garantir dignidade da pessoa presa e enfraquecer crime organizado nos presídios. Gov.br. (13/02/2025). https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/02/governo-lanca-plano-pena-justa-para-garantir-dignidade-da-pessoa-presa-e-enfraquecer-crime-organizado-nos-presidios

[4] Governo quer desencarceramento; população teme violência. Gazeta do Povo. (23/02/2025). https://www.gazetadopovo.com.br/republica/acoes-do-governo-estimulam-desencarceramento-em-meio-a-preocupacao-da-populacao-com-violencia/

[5] É preciso “desmilitarizar” as forças policiais brasileiras. PT.org.br. (03/08/2020). https://pt.org.br/e-preciso-desmilitarizar-as-forcas-policiais-brasileiras/

[6] Governo Lula negou ajuda das Forças Armadas para ação contra o tráfico, diz governador do RJ. Gazeta do Povo. (28/10/2025). https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/governador-rio-governo-lula-negou-ajuda-forcas-armadas-acao-contra-trafico/

[7] Megaoperação para conter avanço do CV no Alemão e na Penha tem 60 mortos, entre eles quatro policiais; ação é a mais letal da história do Rio. O Globo. https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2025/10/28/complexos-do-alemao-e-da-penha-sao-alvos-de-megaoperacao-acao-tem-dois-mortos-e-homem-em-situacao-de-rua-baleado.ghtml

[8] Megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha completa 12 horas e deixa 64 pessoas mortas. Cidade vive dia de “guerra” com o maior número. Instagram. https://www.instagram.com/p/DQXZa4-EtF8/

[9] ‘CV fechou tudo’: moradores vivem pânico após toque de recolher e comércios fechados por ordem do Comando Vermelho. UOL Notícias. https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/10/28/cv-toque-de-recolher-comercios-operacao.htm

[10] Polícia realiza megaoperação contra tráfico nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. R7 Notícias. https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/rj-no-ar/video/policia-realiza-megaoperacao-contra-trafico-nos-complexos-do-alemao-e-da-penha-na-zona-norte-do-rio-28102025/

[11] Operação contra Comando Vermelho já é a mais mortal de sempre no Rio de Janeiro. SIC Notícias. https://sicnoticias.pt/mundo/2025-10-28-operacao-contra-comando-vermelho-ja-e-a-mais-mortal-de-sempre-no-rio-de-janeiro-42951940

[12] Operação prende 23 pessoas nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio. Agência Brasil. http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/operacao-prende-23-pessoas-nos-complexos-da-penha-e-do-alemao-no-rio

[13] Operação no Rio contra facções criminosas já registra 64 mortes. Agência Brasil. https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/operacao-no-rio-contra-faccoes-criminosas-ja-registra-64-mortes

[14] 60 mortos, 81 presos e 75 fuzis apreendidos. Instagram. https://www.instagram.com/reel/DQXOpf9iTTO/

[15] ‘Rio em guerra’: imprensa internacional repercute megaoperação contra o CV que deixou mortos. G1. https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/10/28/rio-em-guerra-imprensa-internacional-repercute-megaoperacao-contra-o-cv-que-deixou-mortos.ghtml

[16] Delegado Palumbo avalia operação contra o Comando Vermelho. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=jQ-2sR7WMzY

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