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LGBTismo: Ser O Que Quiser é Liberdade, Ser Ativista do Gênero é Idiotice.

A Bandeira Colorida e a Agenda Oculta

A luta por direitos civis e o respeito a todas as pessoas são inquestionáveis. Mas o que está sendo imposto hoje não é sobre respeito, é sobre LGBTismo! Uma ideologia radical que sequestrou a causa e a transformou em uma arma de guerra cultural contra a família tradicional, a realidade biológica e a inocência das crianças.

Eles usam a bandeira colorida para esconder umza agenda que visa destruir a distinção mais básica da natureza humana (homem e mulher) e criar um caos identitário que só serve para impor o controle ideológico.

Este artigo vai desmascarar a Ideologia de Gênero, mostrando como ela é a ponta de lança do Marxismo Cultural para desmantelar a base da sociedade, que é a família, e como ela se infiltra nas escolas para doutrinar as crianças, muitas vezes seus filhos, sobrinhos, primos ou irmãos.

A Falácia do “Ismo-Doença”: Por Que LGBTismo é o Termo Correto para a Ideologia

A esquerda e os ativistas do movimento tentam desesperadamente deslegitimar o termo LGBTismo com uma falácia ridícula: a de que o sufixo “-ismo” só pode ser usado para doenças (como reumatismo, alcoolismo, etc.). Isso é uma mentira deslavada e um jogo de Novilíngua para te fazer de bobo!

O sufixo “-ismo” na língua portuguesa é perfeitamente correto e amplamente usado para designar uma doutrina, uma teoria, uma ideologia ou um sistema de pensamento.

Exemplo: Se o sufixo “-ismo” fosse sinônimo de doença, teríamos que dizer que o Comunismo, o Socialismo, o Capitalismo e até o Feminismo são doenças! É um argumento tão fraco que só serve para quem não tem argumentos de verdade.

Portanto, o termo LGBTismo é gramaticalmente e ideologicamente correto. Ele não se refere a uma doença ou a uma condição médica, mas sim à ideologia que se esconde por trás da pauta, e é essa ideologia que é o problema. Não caia no jogo da esquerda: use o termo LGBTismo sem medo!

Capítulo 1: A Ideologia de Gênero – A Negação da Realidade Biológica

A Ideologia de Gênero é a ideia absurda de que o sexo biológico (ser homem ou mulher, definido por cromossomos e anatomia) não importa, e que o “gênero” é uma construção social que você pode escolher, mudar ou inventar.

A Novilíngua da Confusão e o Ataque à Lógica

Eles criaram uma Novilíngua complexa e confusa para impor essa ideologia. Termos como “cisgênero”, “não-binário”, “gênero fluido” e “pronomes neutros” não são sobre inclusão; são sobre destruir a lógica e forçar você a negar o que seus olhos veem.

Pense na confusão dos banheiros “neutros”, transsexuais em banheiro feminino… Algo que vulnerabiliza as mulheres, as deixando suscetíveis a estupro e sequestro, simplesmente porque um homem que se identifica como mulher pode exigir ter o mesmo direito de uma mulher biológica. E quem garante a veracidade do seu discurso? O movimento trans exige que a sociedade valide a identidade deles sem questionamentos. Isso não é sobre inclusão; é sobre destruir a distinção mais básica da natureza humana e criar um caos que só serve para impor a ideologia. Se você não consegue mais dizer o que é um homem e o que é uma mulher, você perde a capacidade de pensar e de resistir à manipulação. Todos as pessoas têm direito e liberdade para fazerem o que quiserem, e decidirem sobre si mesmas, mas como podemos dizer, “Sua liberdade acaba, quando a do outro começa”.

•O Ataque à Ciência: A Ideologia de Gênero é uma negação frontal da biologia. Ela ignora a realidade de que a reprodução humana depende de dois sexos e que a distinção entre homem e mulher é fundamental para a vida. O objetivo é substituir a ciência pela crença ideológica.

•A Tirania da Identidade: Eles impõem a ideia de que o sentimento individual (o “gênero”) deve se sobrepor à realidade objetiva (o “sexo”). Isso é a tirania da identidade, onde a emoção e a subjetividade são elevadas à categoria de lei, e a razão é descartada.

Capítulo 2: A Doutrinação Infantil – O Alvo é a Inocência de Seus Filhos

O maior campo de batalha da Ideologia de Gênero é a escola. Eles sabem que, para destruir a sociedade, precisam destruir a família e a inocência das crianças. Elas são como esponjas, se adaptam, absorvem e aprendem o que quer que seja, não importa se está certo ou errado, elas não têm culpa, são vítimas de tudo isso, e se tornam presas fáceis quando estão em uma família desestruturada, quando se sentem sozinhas, e a única referência de autoridade que têm é um professor progressista.

A Infiltração na Educação e a Destruição da Autoridade Parental

A Ideologia de Gênero se infiltra nas escolas através de materiais didáticos, palestras e currículos que promovem a sexualização precoce e a confusão de identidade nas crianças.

Seu filho, ainda pequeno, é ensinado que pode “escolher” o gênero, que a família dele é “opcional” e que a moral cristã é “preconceito”. Isso não é educação; é doutrinação precoce e um ataque direto à sua autoridade como pai e mãe. Eles querem que a criança confie mais no professor ideológico do que nos próprios pais. Essa estratégia progressista faz parte de uma cadeia de ações do marxismo cultural.

Diante de uma realidade palpável como essa, o progressismo é agressivo nas salas de aula, porque foi introduzido com estratégia gradualmente, e só pode ser combatido a essa altura, na mesa de jantar dos lares brasileiros e mundiais, e essa realidade pode ser mudada se você fizer a sua parte, como pai e mãe, se assim for, olhar nos olhos de seus filhos, com amor e afeto, e ser a sua rocha, principal referência! Nossas crianças são fisgadas porque estão sozinhas, jogada aos lobos na sociedade. Veja seguir algumas notícias que mostram essa infiltração cruel:

O Ataque à Família: A Ideologia de Gênero ataca a família tradicional ao promover modelos alternativos como sendo equivalentes ou superiores. O objetivo é desmantelar a base da sociedade para que o Estado e a ideologia possam ocupar esse vazio.

•A Transição de Gênero em Crianças: O ápice da crueldade ideológica é a promoção da transição de gênero em crianças e adolescentes. Eles incentivam a medicalização e a mutilação de corpos saudáveis, tudo em nome de uma ideologia que nega a realidade biológica. Isso é um crime contra a inocência e a saúde mental. E tudo isso começou com o famoso caso do Dr. Money, em 1965, no Canadá. Um caso descrito por Paula Marisa em seu livro, O Mínimo Sobre Ideologia de Gênero, um caso abafado pela comunidade LGBTISTA. O caso do Dr. John Money e Bruce/Brenda/David Reimer é a prova cabal do fracasso da tese de que o gênero é apenas cultural. Após um acidente que destruiu o pênis do bebê Bruce, o Dr. Money convenceu os pais a criá-lo como menina (Brenda), numa tentativa frustradíssima de provar que o gênero é pela educação, e não biologia. Brenda nunca se adaptou, sofrendo imensamente até reverter para David, mas o trauma causado pelo experimento levou ele e seu irmão gêmeo ao suicídio.

Veja a seguir a audácia dessa agenda em colocar as crianças em perigo, e quando crescem e decidem se destransicionar, são abandonadas, 99% são influenciadas a transicionar com uma cirurgia, por influência e muitas delas estão bem com seus corpos, mas o fazem acreditando na promessa de que tudo o que precisam para realmente serem felizes é mutilar o seu corpo, e para isso, os médicos agem com muita rapidez:

Capítulo 3: O LGBTismo como Ferramenta do Marxismo Cultural

O LGBTismo, em sua vertente radical, é uma ferramenta poderosa do Marxismo Cultural para desmantelar a civilização ocidental e seus valores.

A Inversão da Moral e a Cultura do Cancelamento

O LGBTismo transforma a virtude em vício e o vício em virtude. A defesa da família, da moralidade e da realidade biológica é rotulada como “homofobia” ou “transfobia”, enquanto a subversão e a confusão são celebradas como “diversidade”.

Se você, como cristão, ou simplesmente alguém com valores, diz que o casamento é entre um homem e uma mulher, você é imediatamente rotulado como “intolerante” e corre o risco de ser cancelado nas redes sociais, perder o emprego ou ser processado. Isso é a inversão total dos valores que sustentam uma sociedade saudável.

•A Ditadura da Tolerância: Eles impõem uma ditadura da tolerância, onde você é obrigado a aceitar e celebrar a ideologia deles, mas eles não toleram a sua fé, a sua moral e a sua visão de mundo. A tolerância, para eles, é uma via de mão única.

•A Infiltração em Hollywood e na Mídia: A Ideologia de Gênero e o LGBTismo se infiltram em Hollywood, na mídia e nas grandes corporações. Eles usam filmes, séries e propagandas para normalizar a ideologia e doutrinar a população, especialmente os crianças e jovens. Conforme o livro de Paula Marisa , ocorre de forma sutil e progressiva, usando a Disney como ponta de lança para a doutrinação infantil e a engenharia social.

  1. Início Sutil (2016): Em Zootopia, a Disney insere o primeiro casal gay de forma discreta: dois antílopes machos que são vizinhos da protagonista. O detalhe é revelado nos créditos (mesmo sobrenome) e confirmado por um roteirista no Twitter, que diz: “Eles são um casal gay”. A sutileza visa normalizar a pauta sem causar rejeição imediata.
  2. Avanço na Agenda (2019): Em Toy Story 4, a ideologia avança com a exibição de duas mães deixando um menino na escola. O livro aponta que isso não é sobre arte, mas sobre engenharia social, normalizando modelos familiares que atacam a estrutura tradicional.
  3. Ataque Direto e Explícito (2022): O ápice é o filme Mundo Estranho, que traz um protagonista abertamente gay e é descrito como o “puro suco da agenda do arco-íris”. O livro também menciona a polêmica do beijo lésbico em um spin-off de Toy Story, mostrando que a Disney está cada vez mais explícita em sua “agenda gay nada secreta”.

O método é a subversão cultural: usar o entretenimento que as crianças amam para destruir a moral, a família e a biologia, substituindo a inocência pela confusão ideológica. O objetivo é criar uma nova geração que não se baseia na realidade, mas na doutrinação progressista.

Capítulo 4: A Hipocrisia da “Inclusão” e a Indústria da Identidade

O LGBTismo radical não é um movimento social; é um negócio bilionário que se esconde sob a máscara da “inclusão”. Por trás da bandeira colorida, existe a Indústria da Identidade, uma máquina que movimenta fortunas em ONGs, consultorias e financiamentos internacionais, e que precisa de vítimas e de pautas radicais para sobreviver.

1. O Pinkwashing Corporativo: A Hipocrisia em Dados

A “representatividade” é a farsa perfeita para o Pinkwashing, termo que define a apropriação do movimento LGBTQIA+ por empresas para melhorar sua imagem ou desviar críticas.

•Financiamento Milionário: Grandes corporações não apenas apoiam, mas financiam pesadamente a pauta. O Wells Fargo Foundation, por exemplo, foi um dos maiores financiadores corporativos de causas LGBTQIA+. Empresas como Levi Strauss & Co. e M.A.C. AIDS Fund também figuram entre os dez maiores doadores 8. Isso não é idealismo; é marketing ideológico e uma forma de desviar o foco dos seus verdadeiros problemas.

•A Cortina de Fumaça: O Pinkwashing permite que empresas com histórico de exploração de mão de obra ou problemas fiscais se posicionem como “progressistas” . Elas vendem produtos com o arco-íris durante o Mês do Orgulho, enquanto ignoram a exploração em suas cadeias de suprimentos .

2. A Indústria da Vitimização e o Dinheiro das ONGs

O dinheiro não vem apenas das empresas. Fundações como a Arcus Foundation e a Astraea Lesbian Foundation for Justice atuam como intermediárias, garantindo que a pauta radical seja financiada globalmente. O governo brasileiro também investe milhões em programas para a causa .

•A Vitimização como Moeda: O vitimismo se torna a moeda de troca para conseguir benefícios, cargos e atenção. A ideologia ensina que a responsabilidade pelos seus fracassos não é sua, mas sim do “sistema opressor”.

3. A Violência Interna Ignorada: O Mito da Comunidade Perfeita

A ideologia é tão focada em culpar o “opressor” externo que ignora a violência real dentro da própria comunidade, porque isso não serve à narrativa de que a comunidade é sempre a vítima e a sociedade é sempre a opressora.

•Dados Validados: Estudos mostram que a violência doméstica em relacionamentos do mesmo sexo é uma realidade. Pesquisas indicam que casais masculinos relatam tanta violência doméstica quanto casais heterossexuais . Outros estudos apontam que a violência doméstica é exacerbada em casais do mesmo sexo devido ao estresse adicional de pertencerem a uma minoria sexual . A ideologia silencia esses dados para manter a narrativa de vitimização.

Em resumo, a “inclusão” é apenas o verniz para um negócio de milhões que lucra com a divisão, o ressentimento e a vitimização. O objetivo é manter a Indústria da Identidade funcionando, e não resolver problemas reais.

Capítulo 5: A Solução é a Realidade – Razão e a Ordem Moral

A única forma de vencer o caos imposto pelo LGBTismo e pela Ideologia de Gênero é voltando aos princípios que realmente promovem a dignidade humana e a estabilidade social: a realidade biológica, a razão e a ordem moral.

A Família, a Biologia e a Moral como Barreira Inegociável

A Realidade é o maior inimigo da Ideologia de Gênero. A defesa da ordem natural ensina que:

  1. A Realidade Biológica é Imutável: O sexo é um fato biológico (cromossomos, anatomia), e não uma escolha ideológica. A negação da biologia é a negação da própria razão.
  2. A Família é a Base da Ordem Moral: A união estável entre homem e mulher é a primeira e mais importante instituição, por ser o mecanismo biológico e social que garante a continuidade da espécie humana e a transmissão dos valores morais que sustentam a civilização.
  3. A Razão e a Moral são o Antídoto: A razão e o senso comum são o único antídoto contra a confusão e a tirania da identidade, pois nos ancoram em verdades objetivas e universais. A Moral é o conjunto de regras que permite a convivência e a ordem, e o ataque à moralidade tradicional é o ataque à própria sociedade.

Defesa da Liberdade de Consciência: A defesa da ordem social exige a liberdade de consciência e a liberdade de expressão, que são atacadas pela ditadura da tolerância. Você tem o direito de discordar da ideologia sem ser rotulado como “intolerante” ou “preconceituoso”. A imposição de uma crença ideológica sobre a realidade é o verdadeiro totalitarismo.

O Braço Legal da Ideologia: A Violência Contra a Dissidência

O LGBTismo, em sua vertente radical, não se contenta em ser apenas uma pauta social; ele busca a Violência Legal para impor sua visão de mundo e silenciar qualquer voz de discordância. Isso se manifesta através do ativismo judicial e da criação de leis que cerceiam a liberdade de expressão e de consciência.

Exemplo: Se um pastor, em seu púlpito, prega a doutrina bíblica sobre o casamento e a sexualidade, ele corre o risco de ser processado e criminalizado. Isso não é sobre proteger minorias; é sobre criminalizar a fé e a moral cristã. A ideologia usa o aparato estatal para punir a dissidência e forçar a adesão à sua agenda.

•Ativismo Judicial: No Brasil, a equiparação da homofobia e transfobia ao crime de racismo pelo STF é vista como o exemplo máximo de ativismo judicial. O Judiciário, ao legislar, impôs uma agenda ideológica sem o devido debate democrático, criando uma ferramenta legal para silenciar a crítica e a pregação religiosa.

•A Ditadura da Tolerância: A ideologia exige que você não apenas tolere, mas que celebre a sua agenda. Se você apenas discorda, mas não agride, você ainda é rotulado como “intolerante” e “homofóbico”. A tolerância, para eles, é uma via de mão única que só serve para impor a sua visão de mundo.

O Marxismo Cultural e a Destruição da Cultura Ocidental

O LGBTismo é uma das ferramentas mais eficazes do Marxismo Cultural para desmantelar a civilização ocidental. A família, a moral e a religião são os pilares dessa civilização, e a Ideologia de Gênero ataca todos eles simultaneamente.

Por que a mídia e Hollywood insistem em colocar personagens LGBT em todos os filmes e séries, muitas vezes de forma forçada e desnecessária? Porque isso não é sobre arte; é sobre engenharia social. É a estratégia de normalizar o que é ideológico e subverter o que é tradicional.

•A Desconstrução da Masculinidade e Feminilidade: A ideologia ataca a masculinidade e a feminilidade tradicionais, que são essenciais para a formação de indivíduos saudáveis e de famílias fortes. O homem é ensinado a ser fraco e a mulher a ser agressiva, destruindo a complementaridade e a harmonia entre os sexos.

•O Ataque à Fé: A fé cristã é o maior obstáculo para a Ideologia de Gênero, pois ela oferece uma verdade imutável sobre a natureza humana e a sexualidade. Por isso, a ideologia busca ridicularizar, marginalizar e, por fim, criminalizar a expressão da fé.

A resistência começa na recusa em ser manipulado. Conhecer a verdadeira face do LGBTismo é o primeiro e mais importante passo para proteger sua vida, sua família e seu país da “podridão” e da manipulação.

A Verdade Liberta.

Conclusão: O Despertar para a Verdade e a Resistência – Não Deixe o Vírus da Confusão Vencer!

O LGBTismo é o vírus da confusão que usa a identidade como arma para impor uma agenda de caos, ressentimento e controle. Ele ataca a família, a biologia e a inocência das crianças, tudo em nome de uma “diversidade” que só serve para dividir e manipular. A tragédia dessa ideologia se revela na vida real, onde crianças e adolescentes são doutrinados a duvidar de sua própria natureza, levados a crer que a solução para seus problemas de aceitação e ansiedade está em uma transição de gênero ou em um relacionamento identitário.

A ciência e a realidade, no entanto, mostram um quadro muito mais sombrio. O Dr. Leonard Sax, em “Por Que Gênero Importa?”, demonstra que as diferenças entre meninos e meninas são inatas e que ignorá-las em nome de uma “educação neutra” é prejudicial. A ideologia de gênero, ao negar essas diferenças, cria um ambiente de confusão que, como vimos no trágico caso de David Reimer, relatado em “O Mínimo sobre Ideologia de Gênero”, pode levar a consequências devastadoras. David, forçado a viver como menina, nunca se encontrou e, mesmo após reverter para sua identidade masculina, o trauma o levou ao suicídio.

Essa é a realidade que a agenda LGBTISTA esconde. Jovens são empurrados para um caminho de medicalização e cirurgias irreversíveis, apenas para descobrirem, tarde demais, que a disforia de gênero muitas vezes está associada a outras condições de saúde mental. A ideologia vende a transição como a cura, mas os altos índices de suicídio e arrependimento entre pessoas trans mostram que a promessa é uma farsa. A busca incessante por uma identidade sexual ou de gênero como o centro da existência leva a um beco sem saída, a um vazio que nenhuma cirurgia ou pronome neutro pode preencher.

O despertar para a verdade é doloroso, mas necessário. É preciso entender que o sexo biológico é uma realidade imutável e que a identidade de uma pessoa é muito mais profunda do que sua sexualidade. A resistência a essa agenda destrutiva começa em casa, na educação dos filhos, no fortalecimento da família e na coragem de defender a verdade, mesmo que isso signifique ser rotulado de “intolerante”. Não podemos permitir que uma ideologia baseada em mentiras continue a destruir vidas e a semear a confusão. A verdadeira libertação não está na negação da realidade, mas na aceitação da nossa natureza e na busca por um propósito que transcenda a identidade. É hora de dizer basta ao vírus da confusão e lutar pela sanidade e pela verdade.

Referências

Politize. Ideologia de gênero: o que é e qual a polêmica por trás. Disponível em:

[2] Nexo Jornal. De onde vem o medo de falar sobre gênero na escola? Disponível em:

[3] Câmara dos Deputados. Comissão debate criação do Dia Nacional de Conscientização sobre a Doutrinação nas Escolas. Disponível em:

[4] Folha de S.Paulo. Entenda as polêmicas sobre Escola sem Partido e gênero na educação. Disponível em:

[5] BBC. O drama do ‘armário duplo’: a violência ‘invisível’ entre casais do mesmo sexo. Disponível em:

[6] Contra os Acadêmicos. A filosofia do lar: visões de um conservadorismo ambiental. Disponível em:

[7] dmexco. Pinkwashing examples that you need to know about. Disponível em:

[8] Funders for LGBTQ Issues. The Top Ten Corporate Funders of LGBTQ Issues. Disponível em:

[9] Esquerda Diário. O que há por trás das empresas diversas e inclusivas? Disponível em:

[10] Fashion Revolution. Mês do Orgulho: as empresas vão performar Pink Washing novamente? Disponível em:

[11] Funds for NGOs. 20 Foundations and Trusts that fund LGBT programs. Disponível em:

[12] Governo Federal. Programas de proteção e garantia de direitos de pessoas LGBTQIA+ terão investimentos de R$ 8,5 milhões. Disponível em:

[13] University of Michigan. Casais masculinos relatam tanta violência doméstica quanto casais heterossexuais. Disponível em:

[14] BBC. O drama do ‘armário duplo’: a violência ‘invisível’ entre casais do mesmo sexo. Disponível em:

Por Que Gênero Importa – Leonard Sax

O Mínimo de Ideologia de Gênero – Paula Marisa

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