Lula chamou criminoso de “inocente”, mandou ministros confortar família de traficante e foi à Casa Branca defender PCC e CV. Enquanto você é vítima, o governo escolheu o lado. Veja os fatos.

Em dezembro de 2023, no lançamento do Pronasci II — Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania —, o presidente Lula subiu num palanque, olhou para as câmeras e disse o seguinte sobre jovens que cometem crimes: “O menino vai sair da cadeia pior do que entrou, talvez mais bandido do que tenha entrado. Porque ele entrou um inocente, ou seja, uma vítima de um delito que muitas vezes não tinha clareza do porquê estava cometendo aquilo.”
Leia de novo. O presidente do Brasil chamou de “inocente” e de “vítima” um jovem que cometeu crime. No mesmo discurso, não mencionou uma única vez as vítimas reais — as pessoas que foram roubadas, agredidas, estupradas ou mortas por esses “inocentes.” Nem uma palavra para quem pagou o preço. Todo o afeto foi reservado para quem cometeu o crime.
Isso não foi um erro, um lapso ou uma frase tirada de contexto. É o mapa do que esse governo pensa sobre segurança pública.
Os fatos, um por um
**Fato 1 — O discurso dos “inocentes”:** no Pronasci II, Lula defendeu o desencarceramento, pediu mutirões de advogados para soltar presos e afirmou que “a cadeia está cheia de gente inocente no Brasil.” No mesmo evento, criticou a polícia e disse que o país precisa de “uma polícia mais civilizada.” Nenhuma palavra sobre as 45.747 pessoas assassinadas no Brasil em 2023, segundo o Atlas da Violência do Ipea. Nenhuma palavra para as famílias das vítimas.
**Fato 2 — A operação no Rio chamada de “voo de galinha”:** em outubro de 2025, o governador Cláudio Castro autorizou a maior operação policial já realizada na história do Rio de Janeiro nas comunidades da Maré e do Complexo de Israel — reduto do Comando Vermelho. Vinte e dois criminosos mortos, armas de guerra apreendidas, drogas, munição. O governo federal respondeu despachando o STF para questionar a operação e mandando ministros confortar famílias de traficantes mortos. As famílias dos policiais que arriscaram a vida? Essas não receberam visita ministerial.
**Fato 3 — Washington, PCC e CV:** em maio de 2026, Lula viajou pessoalmente à Casa Branca para pedir a Trump que não classificasse o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O argumento oficial foi técnico — a lei brasileira não enquadra as facções como terroristas. Mas o efeito prático é simples: o presidente do Brasil usou avião da FAB, escolta presidencial e dinheiro público para defender os interesses das duas maiores organizações criminosas do país num encontro com o líder mais poderoso do mundo.
**Fato 4 — Cuba, Venezuela e o histórico de simpatia ao crime organizado:** o Comando Vermelho nasceu de uma aliança entre criminosos comuns e guerrilheiros de esquerda presos juntos na Ilha Grande durante a ditadura militar. Essa origem histórica não é coincidência — é a raiz de uma relação que o PT nunca rompeu completamente. Os mesmos movimentos de esquerda que defendem o CV hoje foram os que, em 1979, chamavam aqueles presos de “companheiros.” Lula agradeceu à ditadura cubana pelo apoio durante sua prisão por corrupção. Enviou alimentos para a Venezuela de Maduro. Faz parte de um ecossistema político que historicamente confundiu crime organizado com resistência popular.
**Fato 5 — O ministro que queria descriminalizar drogas:** Silvio Almeida, ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania do governo Lula, declarou em entrevista à BBC Brasil ser favorável à descriminalização das drogas como forma de reduzir o encarceramento. Segundo a Gazeta do Povo, um dos principais grupos que seriam beneficiados pelo desencarceramento defendido pelo governo são os “pequenos traficantes” — os que revendem nas bocas de fumo de cada bairro do Brasil.
O que o governo fez — e o que deixou de fazer
É necessário ser justo: em março de 2026, Lula sancionou a Lei Antifacção, que aumenta penas para membros de organizações criminosas, exige cumprimento de 85% da pena em regime fechado para líderes e retira benefícios como fiança e liberdade condicional. É uma medida real, com efeito real — e merece ser reconhecida.
Mas uma lei não apaga um padrão de comportamento. O mesmo governo que sancionou a Lei Antifacção é o que chamou criminoso de inocente, mandou ministro confortar família de traficante, foi a Washington defender as facções e tem como ministros pessoas favoráveis à descriminalização das drogas.
Uma lei sancionada a 7 meses das eleições, sob pressão do Congresso e da opinião pública, não é política de segurança. É marketing eleitoral.
De que lado o governo está
A pergunta não é retórica. É literal. Quando o presidente chama criminoso de “inocente e vítima” — e não menciona a vítima real —, ele está escolhendo um lado. Quando o governo manda confortar família de traficante morto em operação policial legítima — e ignora os policiais que arriscaram a vida —, ele está escolhendo um lado. Quando o presidente viaja à Casa Branca para defender PCC e CV de uma classificação como terroristas — enquanto 61 milhões de brasileiros vivem sob o domínio dessas organizações —, ele está escolhendo um lado.
O faturamento do crime organizado no Brasil atingiu cerca de R$ 440 bilhões em 2024, segundo estimativas citadas pela Gazeta do Povo. Nenhuma empresa privada brasileira legal chegou perto desse número. O crime organizado é a maior “empresa” do Brasil — e o governo trata seus integrantes como vítimas que precisam de ressocialização.
Você que foi roubado, que mudou de rota por medo, que colocou grade na janela, que deixou de sair à noite — você é a vítima real. E nenhum ministro foi à sua casa.
Compartilha. Porque esse é o governo que o Brasil tem — e em outubro de 2026 você decide se é o que o Brasil merece.
================================================================================
FONTES COM LINKS:
1. Revista Oeste — Lula: “cadeia está cheia de gente inocente no Brasil” (abr/2023)
2. Opoder — Lula chama criminoso de “inocente e vítima” no Pronasci II (dez/2023)
4. Gazeta do Povo — Lula e a farsa da vítima: o Estado que protege os criminosos (nov/2025)
5. Agência Brasil — Lula sanciona Lei Antifacção e defende prisão de magnatas do crime (mar/2026)
6. Ipea — Atlas da Violência 2025
7. Metrópoles — PCC e CV como terroristas? Veja 5 impactos diretos para o Brasil (abr/2026)
SAIBA MAIS:
- PCC e Comando Vermelho estão em todos os 27 estados — e o governo não quer que você saiba
- Lula na Casa Branca com Trump: foi pedir para o PCC e o Comando Vermelho não serem chamados de terroristas
- Brasil narcoterrorismo